Edison Luiz Tonello, mais conhecido como Mano Pira, nasceu em janeiro de 1983, em Chapecó (SC), e é uma das vozes que ajudaram a escrever, na prática e na rua, a história do Hip Hop no oeste catarinense.
Sua caminhada começa cedo, em 1999, quando, ao lado de outros jovens do bairro Bela Vista, funda a banca SRR – Sociedade Rap de Rua, considerado o primeiro coletivo organizado de Hip Hop da cidade. Ali nascia mais que um grupo — nascia um movimento pulsante, carregado de identidade, resistência e expressão.
Em 2004, passa a integrar o Evolução Hip Hop, um movimento que reunia DJs, grafiteiros, b-boys e MCs, transformando Chapecó em um verdadeiro caldeirão cultural. No mesmo ano, entra para o grupo DMA – Desbravadores da Mente Alternativa, onde, junto ao movimento, protagoniza uma sequência de bailes e eventos que ecoaram pela cidade, abrindo caminhos e ocupando espaços que antes eram silêncio.
Em 2008, segue sua jornada artística com o grupo Visionarius MCs, ampliando sua voz e consolidando sua presença na cena. Já em 2009, participa da fundação da Associação de Hip Hop de Chapecó, fortalecendo a organização do movimento. Um ano depois, essa construção ganha ainda mais força com o nascimento do MH2C – Movimento Hip Hop Combativo, símbolo de luta, consciência e união periférica.
Em 2010, como proponente, conquista o Prêmio Cultura Hip Hop – Edição Preto Ghóez, reconhecimento nacional que legitima uma trajetória construída com verdade, rua e compromisso cultural.
Em 2011, junto ao MH2C, funda o Instituto Responsa Cultural, no bairro São Cristóvão, ampliando sua atuação social e abrindo portas para novas gerações. No mesmo ano, inicia sua caminhada como comunicador na rádio comunitária Efapi, comandando o programa MH2C no Ar, que permaneceu no ar até 2020, levando informação, cultura e voz para quem sempre precisou ser ouvido.
Em 2017, funda o grupo Luria Hip Hop e lança o EP Primavera Vermelha, reafirmando sua identidade artística e sua mensagem.
Ao longo de sua trajetória, Mano Pira nunca foi apenas artista — foi ponte, foi voz, foi movimento. Sempre presente nas lutas sociais, nas ações culturais e na construção coletiva, manteve viva a essência do Hip Hop como ferramenta de transformação.
Hoje, depois de um tempo fora dos holofotes, retorna com ainda mais visão, reunindo manos e minas no Projeto Rua — uma iniciativa que nasce com o propósito de fortalecer a comunicação independente, valorizar a cultura de base e conectar histórias que precisam ser contadas.
Porque no fim, mais do que música, mais do que rádio, mais do que projeto…
é sobre legado.
E o dele continua sendo escrito — na rua, no coração e na consciência.
JAQUELINE SCHNEIDER
Comunicadora | Educação Popular | Espiritualidade e Cultura
Jaqueline Schneider é uma voz que nasce do encontro entre luta social, cultura e espiritualidade. Sua trajetória é construída na prática, conectando pessoas, territórios e saberes com propósito coletivo.
Desde 2017, atua com práticas integrativas e desenvolvimento humano, iniciando sua formação em Reiki, onde também alcançou o nível de Mestrado. Em 2018, se formou como Consteladora Sistêmica, ampliando sua atuação no campo emocional e relacional. Em 2019, integrou à sua caminhada a Apometria Xamânica, além de ferramentas como Barra de Access e ThetaHealing.
Em 2020, aprofundou seus estudos no Sagrado Feminino e no uso do Cacau Medicinal, fortalecendo sua conexão com saberes ancestrais e práticas de cuidado coletivo.
Sua atuação social é uma marca forte da sua caminhada. Jaqueline foi presidenta da frente de Chapecó da União Brasileira de Mulheres (UBM) entre 2021 e 2023, organização de atuação nacional voltada à luta pelos direitos das mulheres, equidade e justiça social.
Entre 2024 e 2025, participa do Projeto de Educação Popular e Participação Social, atuando também dentro da agroecologia com foco em práticas integrativas. É membra da Associação Catarinense de Bambu e, atualmente, integra o coletivo Manivas, onde segue em formação e atuação cultural.
Na arte, também se expressa através da música e da escrita. Participou de oficinas de musicalidade e escrita criativa em 2017 e 2023, e em 2017 lançou, junto a outras mulheres, a música “Liberta”, unindo poesia e expressão como ferramenta de resistência.
Na Rádio Rua, Jaqueline chega como uma comunicadora que traz conteúdo com essência, reflexão e conexão, transitando entre o espiritual, o social e o cultural, sempre com um olhar voltado ao coletivo.
Jaqueline Schneider é uma voz que nasce do encontro entre luta social, cultura e espiritualidade. Sua trajetória é construída na prática, conectando pessoas, territórios e saberes com propósito coletivo.
Atua há anos com práticas integrativas e desenvolvimento humano, iniciando sua formação em 2017 com Reiki, onde também alcançou o nível de Mestrado. Em 2018, se formou como Consteladora Sistêmica, ampliando sua atuação no campo emocional e relacional. Em 2019, integrou à sua caminhada a Apometria Xamânica, além de ferramentas como Barra de Access e ThetaHealing.
Em 2020, aprofundou seus estudos no Sagrado Feminino e no uso do Cacau Medicinal, fortalecendo sua conexão com saberes ancestrais e práticas de cuidado coletivo.
Sua atuação também é marcada pelo compromisso social. Foi presidenta da União Brasileira de Mulheres (UBM) entre 2021 e 2023, contribuindo com ações voltadas à organização popular e ao fortalecimento das mulheres.
Entre 2024 e 2025, participa do Projeto de Educação Popular e Participação Social, atuando também dentro da agroecologia com foco em práticas integrativas. É membra da Associação Catarinense de Bambu e, atualmente, integra o coletivo Manivas, onde segue em formação e atuação cultural.
Na arte, também se expressa através da música e da escrita. Participou de oficinas de musicalidade e escrita criativa em 2017 e 2023, e em 2017 lançou, junto a outras mulheres, a música “Liberta”, unindo poesia e expressão como forma de resistência.
Na Rádio Rua, Jaqueline chega como uma comunicadora que traz conteúdo com essência, reflexão e conexão, transitando entre o espiritual, o social e o cultural, sempre com um olhar voltado ao coletivo.
Com uma década de dedicação ao universo do psytrance, Jean Carlesso, DJ e produtor reconhecido pela sua fusão única entre o lado psicodélico e dançante do gênero.
Seu som, caracterizado por baixos potentes e uma atmosfera futurista, cria uma experiência sonora imersiva e cheia de energia, transportando o público a uma viagem mental e emocional. Ao longo dos anos, Jean aprimorou sua habilidade de ler e interagir com a pista, garantindo que cada apresentação seja única e envolvente.
Entre suas conquistas, destaca-se a participação no Route 303, evento que leva o nome do principal palco underground do festival Universo Paralello, o 303 Stage, referência mundial na cena psicodélica. Também integrou o primeiro line-up de Psytrance da história do Amazon Club, eleito o 7º melhor clube do Brasil.
Um dos fundadores do festival Psy Mode, residente dos festivais Shamanic e Union, e integrante da Beginning Label.
RELEASE PARA RÁDIO RUA
Josimar Pereira da Silva é professor de História, poeta, escritor e contador de histórias, com uma trajetória marcada pelo compromisso com a educação, a cultura e as lutas sociais. Nascido no estado do Mato Grosso, reside em Chapecó há 13 anos, onde construiu sua atuação profissional e cultural.
Graduado em Licenciatura em História pela Universidade Federal da Fronteira Sul e pós-graduado em Ensino de História do Brasil e pós graduado em Educação Especial (Deficiência visual), Josimar atua como professor na rede pública de ensino, dedicando-se à formação crítica de seus estudantes.
Sua caminhada também é profundamente ligada à militância social e cultural. Foi integrante do MH2C – Movimento Hip-hop Combativo Chapecó, onde participou ativamente de ações culturais e de resistência. Durante 10 anos, esteve à frente do programa “MH2C no Ar”, na Rádio Efapi, contribuindo para a valorização da cultura hip-hop e das expressões periféricas.
Além disso, já atuou em cia de teatro e esteve envolvido em movimentos estudantis e sindicais, fortalecendo sua atuação nas lutas coletivas.
Atualmente, Josimar também se dedica à literatura e à contação de histórias, sendo integrante e criador da Cia Ìtátà Contação de Histórias. Seu trabalho tem como foco a valorização da literatura afro-brasileira, promovendo o acesso à leitura e incentivando o autoconhecimento e a valorização das identidades, especialmente entre o público infantil e infantojuvenil.
Recentemente, lançou seu primeiro livro de poesias, intitulado “POEMOSIA”, disponível em formato e-book pela Amazon. Em sua escrita, busca aproximar diferentes públicos da literatura, ampliando as formas de compreender o mundo por meio da arte, da palavra e da imaginação.
Laila de Aquino chega somando no dial da Rádio Rua com um olhar que não só registra, mas revela. Fotógrafa de rua desde 2014, educadora e geógrafa formada pela Universidade Federal da Fronteira Sul, ela transforma imagem em leitura de mundo, território em narrativa e cotidiano em memória viva.
Sua caminhada passa por trincheiras culturais importantes de Chapecó, onde atuou na produção de eventos ligados ao Hip Hop e à ocupação dos espaços públicos, especialmente com o Coletivo Perifa Cultural em 2019. É na rua que Laila encontra matéria-prima: gente, gesto, movimento e identidade.
Entre seus trabalhos de destaque está a exposição autoral “Um toque para Oxóssi às Oferendas para Iemanjá”, realizada em parceria com o SESC Chapecó, onde espiritualidade, cultura afro-brasileira e sensibilidade visual se encontram em uma mesma vibração estética.
Na educação, Laila leva a fotografia para dentro das escolas públicas como ferramenta viva de aprendizado, conectando imagem e geografia, fazendo com que estudantes enxerguem o território não só com os olhos, mas com consciência.
Na Rádio Rua, sua presença promete ampliar o campo de visão — porque quando a lente é consciente, a quebrada inteira ganha foco.
Quem é Ecoa?
Ecoa é um artista periférico das batalhas de rimas em Chapecó, no oeste de Santa Catarina. Ele iniciou sua trajetória em 2018 na Batalha da Casinha, atuando como mestre de cerimônia.
Em 2022, Ecoa fundou a Batalha da Rataria, onde assumiu a responsabilidade pelas seletivas regionais do oeste catarinense. Entre 2022 e 2023, organizou um encontro interestadual que reuniu representantes de três estados: Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Trajetória como mestre de cerimônia
Em 2018, Ecoa atuou como mestre de cerimônia na Batalha da Casinha.
Em 2020, participou do coletivo Foradacaxa, promovendo saraus de poesia.
Em 2022, apresentou o interestadual e também regional no oeste de Santa Catarina.
Em 2024, está organizador do Duelo Estadual de MCs, onde é mestre de cerimônias.
Em 2024, Ecoa deu início à sua carreira como rapper, lançando duas faixas. A primeira, Ecos na Mente, traz reflexões sobre a realidade de um artista independente fora dos grandes centros. Já em seu segundo lançamento, Rito de Passagem, ele aborda o início de sua trajetória na música.
No cenário da comunicação e da música urbana, poucos nomes carregam uma bagagem tão versátil e autêntica quanto Victor Hugo da Silva Medeiros, amplamente conhecido pelo vulgo VH. Nascido em 1997, no Recife — um dos maiores berços culturais do país — VH é a síntese da evolução do artista independente que aprendeu a dominar todas as etapas da criação para dar voz à sua ideologia.
Em 2012, essa paixão tomou forma digital. VH deu seus primeiros passos em uma web rádio, mas sua visão empreendedora logo o levou a criar sua própria estação. O que começou como uma transmissão para os vizinhos do bairro tornou-se o laboratório onde ele refinou sua comunicação e entendeu o poder de conectar pessoas através do som.
Em 2016: Fundou, junto a Will Marques, a 5ª Região, consolidando um movimento de união e produção local.
Em 2018: Deu vida à OESTE7, selo e coletivo que o levou aos palcos das casas de shows mais renomadas de Recife e região metropolitana, estabelecendo seu nome como uma referência de performance e gestão artística.
